segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Dia 15

Está muito quente ainda.

Está um tédio! Hoje fiquei sozinho em casa de novo. Só sair para almoçar. Mantive a rotina: Net – TV – livro. É incrível como não tem mais o que fazer na Net apesar das possibilidades quase ilimitadas, como chega uma hora que não tem nada que me interesse na TV apesar de mais de 120 canais e quando o livro cansa, apesar dos mundos que conhecemos.  

Como o ser humano é difícil de agradar... Sei que não estou sozinho nisso. Rsrsrsrrss

Mais dei umas boas risadas com alguns programas e destaco a reportagem do Planeta Extremo que mergulhou nos buracos azuis das Bahamas.  O repórter Clayton Conservani desceu até uma das cavernas mais perigosas do mundo. Adorei a reportagem.  
Amanhã vai ser um dia melhor. Vou fazê-lo melhor.

OBS: Preciso de um animal de estimação.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Dia 14 

Dia muito quente, mas nublado e com pouca chuva. Pelo menos na minha área. Aproveitei a manhã para colocar as séries em dia.

Fui ao Iguatemi, almocei no Meu Chapa, que, aliás, já sou cliente há um tempo.  Hoje foi até fácil de achar lugar para sentar, mas precisa ser rápido. Por questão de segundos, só o tempo de levantar para pegar o prato, a mesa foi ocupada. Tive que dividir com uma família numa outra. Me senti um estranho no ninho rrsrsrsrrs.  Estava louco para assistir o novo filme de Sherlock Homes, até enfrentei a fila, mas acabou que não deu certo. Na hora o cartão não passou, que raiva... Daí não deu. Fui até a Saraiva, li o livro “Cem toques cravados”, de Edson Rossato e metade de outro livro.  


R$ 19,90


Estava com um certo preconceito. Nanocontos feitos com exatos cem toques? Desperdício de papel! Como queria ler alguma coisa pequena, resolvi ver do que realmente se tratava. Adoro quando não dou nada pelo livro e me surpreendo. Como o autor bem disse: “Muitas pessoas trabalham tanto que acabam não tendo tempo – ou disposição – para leituras longas. Acredito que os nanocontos sejam uma forma eficiente de alcançar essas pessoas”. É incrível como poucas palavras nos transportam para vários mundos diferentes, várias realidades. O cotidiano é mostrado com todos os seus dramas, tragédias, romances e situações cômicas de forma bem criativa.  O meu antigo professor de Jornalismo Alberto Oliveira iria adorar esse livro - “Dizer muito se utilizando de poucas palavras”.

Retirei alguns contos do livro:

Acariciou e beijou a face negra do bebê. Intolerância no passado, perdão no presente. “Meu Netinho”.

Um salto vibrante com um salto no ar. Nas costas o número dez e o sorriso de milhões de brasileiros.

Te amo meu filho. Não importa que sua opção sexual seja diferente da minha. Seja um hetero feliz.

EPITÁFIO: 
“Aqui jaz João-sem-braço, que sonhava ser trapezista de circo. Morreu no primeiro ensaio”.

“Essa releitura em funk acabou com a poesia da letra. A original em pagode tinha mais profundidade.”

EPITÁFIO: 
“Aqui jaz Caio, que juntou dinheiro no colchão e tinha o péssimo hábito de fumar na cama.”

Foi o sorriso mais sincero que vira na vida. Jamais imaginaria o poder que tinha um prato de comida.

Fazia tudo por ela. Já ela, fazia tudo o que podia com ele, quando não tinha nada melhor para fazer.


 Cada conto ocupa uma página. Adorei o livrinho, mas ainda acho que poderia ter usado menos papel. Fica a ideia também para aquelas pessoas que não sabem bem o que escrever no Twitter e até mesmo no Face, criem pequenos contos ou crônicas.

 Clique na imagem


Há tarde, aconteceu o Movimento Social Desocupa contra a privatização da Praça de Ondina e a construção de um camarote para o Carnaval, às 18 horas, no mesmo local. De quebra serviu também para protestar contra uma ação movida pela empresa Premium, responsável pela obra, contra a jornalista Nadja Vladi, apontada como líder do movimento.  “Não sou líder e não entendo por que fui escolhida para isso nessa ação. Se a prefeitura privatizou um espaço,  tenho motivos para criticar isso como moradora de Ondina”, diz Vladi para matéria do Atarde Online.  Estou com ela! E, sou contra a privatização.




 

Dei apoio divulgando na rede social como muitas pessoas, mas infelizmente não pude estar presente.


Vou postar alguns textos e vídeos referentes aos dias anteriores, só não o fiz ainda por causa de probleminhas técnicos.


Semana corrida...

Já estou em Salvador desde o dia 9. No último dia em Capim City tive uma ótima surpresa. No texto anterior havia escrito sobre o Dia de Reis e seus artistas. Achei que só os veria ano que vem, mas, em praça pública, o grupo Raízes do Samba, as mesmas pessoas que visitam as casas estavam fazendo uma apresentação. Muito legal.

Logo postarei o vídeo e as fotografias aqui.

Aqui na capital baiana estou resolvendo alguns assuntos da Faculdade e, aos poucos, fazendo o que eu não posso fazer em Capim Grosso. Alimentando meu vício, ontem fui ao cinema e ao Café. No cinema, assisti o filme “Cavalo de Guerra” de Steven Spielberg. Emocionante épico da Primeira Guerra Mundial. Fico mais emotivo para filmes com animais, lembro-me de quando assistir “Marley e eu”, nunca chorei tanto com um filme... Rsrsrsrsrrs. Recomendo os dois. No Café, o bom e velho cappuccino, acompanhando de uma deliciosa torta.

Hoje passei no cinema de novo e assistir “Agamenom”. O filme é cheio de altos e baixos. Alguns momentos eu ria muito, outras, como era de se esperar dos eternos Cassetas, tem piadas super sem graça, não por que são politicamente incorretas, não me preocupo com isso, mas por que são sem graça mesmo. Foi uma boa tarde, mas me interessei mesmo foi com o trailer “2 coelhos”,  me parece que vai ser um filme legal. Durante este trailer uma pessoa falou que brasileiro não sabe fazer filme de ação, não concordo. Nos últimos anos o cinema brasileiro, no gênero, vem nos dando ótimos longas-metragens. Não se precisa de muito dinheiro para fazer um bom filme, e nisso, brasileiros são mestres.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Dia 6

Primeira sexta-feira do ano.  Dia de Reis.

O dia foi bem parado. Apenas li mais alguns capítulos de um livro, que logo postarei comentários.  Paguei algumas contas. Mas agora à noite vi o que há muito tempo não tinha o prazer de presenciar.  Os tocadores do Dia de Reis estão visitando as casas com sua música e dança em troca de presentes, dos mais variados tipos, dependendo da cidade, região ou do país. Aqui, pelo menos na casa dos meus avós, era dinheiro e também bebidas alcoólicas, a cachaça principalmente.

Lembro-me de quando era menino, na casa de minha avó, tirávamos todos os móveis da sala para se transformar em um grande salão e esperar a chegada dos tocadores e do mascarado com chicote. Morria de medo. Quando percebíamos que estavam vindo na direção da casa, corríamos e fechávamos as portas e ficávamos ali, quietinhos, esperando. Lembro do coração batendo mais forte a ouvir os passos se aproximarem. Logo se ouvia o som dos instrumentos e da cantoria. Cantavam duas a três músicas como pedido para as portas serem abertas. Quando se abria, era aquela festa. Muita gente, homens e mulheres cantando e dançando piega (acho que é isso), junto com o mascarado. No final, os presentes eram dados e se fazia uma espécie de saudação e agradecimento. Depois de mais ou menos uns 30 minutos, eles partiam para outra casa.

Naquele tempo era um número considerado de pessoas, uma roda bonita. Hoje são poucos os que ainda seguem essa tradição tentando preservá-las.  A traição não é nova, surgiu no século VIII, e para os católicos marca o dia para a veneração aos Reis Magos: Melchior, Gaspar e Baltazar,o 6 de Janeiro marca o dia da santificação destes. Mas tem muita história por trás disso... resumindo, é o dia em que os três reis magos presenteiam Jesus Cristo na manjedoura.

Hoje é o dia de tirar os enfeites natalinos, não antes, caso queira usufruir da sorte concedida para aqueles que seguem a tradição, como minha vó bem disse. Pena que não deu para registrar, agora vou ter que esperar até o ano que vem... Espero que ainda continue.

Isso me faz lembrar de sair sempre  com minha câmera.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Dia 5 - Água para Capim

Feliz 2012! Este ano promete muito.


Desde o dia primeiro está muito quente apesar do dia está nublado hoje. É chuva chegando, espero poder tomar um banho antes de voltar para Salvador.

É tão difícil ler alguma coisa quando estou no interior, sobretudo quando estou em Capim Grosso. Mas trouxe 5 livros e 3 revistas para ler nas primeiras duas semanas de Janeiro e, pretendo lê-los, mesmo que seja na marra. Não é que os livros não me interessem, mas com esse mormaço e me alimentando tão bem como só a casa de vó pode proporcionar, realmente é difícil para mim. Bom, um livro já foi lido.

Este é um daqueles livros que já tinha ouvido falar como o que tirou o primeiro lugar na lista de mais vendidos do The New York Times há um tempo, mas existiam outros na frente então não estava no topo da minha lista, até que um belo dia fui presenteado. Logo a capa me chamou atenção. Uma lona de circo entre aberta e uma figura com roupa de cor gritante, com o mistério do rosto escondido e uma passada decidida. Mistério belo e fantástico que o mundo circense oferece. De qualquer forma, acabei ficando só no prefácio. Foi lançado o filme. Uma nova capa para o livro foi feita. Bonita, mas prefiro a do meu. Retomei agora.


Editora Sextante
336 Páginas
Tradução de Anna Olga de Barros Barreto 

O livro "Água para elefantes", de Sara Gruen, conta a história do senhor Jacob Jancowski narrada pelo próprio que com os seus 90 ou 93 anos, uma coisa dessas, dentro de um asilo, se vê impotente diante nas armadilhas da velhice. Já havia escrito sobre os asilos desse mundão a fora que hoje servem mais como um deposito de pessoas esquecidas pelos seus parentes, e esperam com a boca escancarada, sem muitos dentes, e muitas vezes de fato, esperando a morte chegar. E como o livro bem diz, às vezes o que esses velhinhos querem é apenas ter uma boa conversa, ser ouvido. Mas a rotina do asilo é mudada com a visita de um circo a cidade.

Entre idas e vindas o senhor Jancowski tem devaneios do tempo em que perdeu os pais, fugiu de casa e de uma renomada universidade de medicina veterinária até ir parar dentro do Circo Irmãos Benzini – o Maior Espetáculo da Terra, comandado pelo excêntrico e autoritário Tio Al, passando a viver todos os problemas e aventuras de um circo americano do início o século XX, em plena Depressão.

“Não falo muito sobre esses dias. Nunca falei. Eu tinha medo de deixar escapar alguma coisa. Eu sabia como era importante guardar o segredo dela e guardei – pelo resto de sua vida e depois. Em 70 anos, nunca o revelei a ninguém”

Dentro de um mundo misterioso e cruel, mas sobretudo apaixonante o amor proibido surge para o senhor Jancowski ao ver a encantadora Marlena, a estrela do número de cavalos, que é casada com dupla personalidade de August, o chefe do setor de animais. Eis que, como mais uma aquisição do circo entre os animais, o bizarro e o esquisito, a Elefanta Rosie é adicionada ao elenco, um elo forte entre os dois. Nesse triângulo amoroso os capítulos alternam-se entre o passado e o presente tendo de brinde páginas com fotografias de época.    

Final surpreendente e belo. A história não termina...

Baixe aqui o primeiro capítulo do livro.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Domingão em casa.

Acabei de assistir o que é considerado o maior representante do cinema experimental surrealista, Um Cão Andaluz (Un Chien andalou, título original), de 1928, lançado na França.  Foi dirigido e escrito por Luis Buñuel e o importante pintor catalão Salvador Dalí. O filme em preto e branco, o que adoro, tem apenas 16 minutos de imagens oníricas, repleto de cenas metafóricas organizadas para parecer um pesadelo, baseado em conceitos da psicanálise de Freud. Freud explica!!!



Destaco a sonorização que foi integrada ao filme em 1960 com músicas de Wagner, Beethoven e Tangos. Por incrível que pareça (claro, eram outros tempos!) foi considerado um dos filmes mudos mais chocantes de todos os tempos, gerando protestos e indignação onde era exibido. Buñuel, que também participou como ator, o cara da navalha, temia tanto a plateia que chegou a levar pedras nos bolsos para se defender.

Elenco:
Pierre Batcheff
Simone Mareuil
Luis Buñuel
Salvador Dalí
Jaime Miravilles

E agora, Programa do Gugu!

sábado, 3 de dezembro de 2011

Hoje fui à praia finalmente!! E repito, é incrível como as pessoas quando tem, não aproveitam. Quem tem rio, quase nunca vai. Quem tem montanhas, quase nunca as escalam. Quem tem praia quase nunca vai também. Sei disso na pele, quando morava no interior sempre falava isso para meus parentes aqui na Capital. Agora que moro em Salvador, já há alguns anos devo dizer, não fui nem metade do que achei que fosse. Percebi que às vezes não tem jeito mesmo, os trabalhos que se estendem pelo final de semana, mil compromissos “inadiáveis”, mas na maioria das vezes, é preguiça mesmo. Absurdo!!! Bom, Hoje eu fui à praia é foi muito legal!!!

Depois postarei os textos sobre os livros que li e a lista dos filmes. Completamente sem tempo por causa do TCC.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Da BBC Brasil


Brasil cresce como doador e ‘fornecedor’ humanitário, diz ONG

Atualizado em  29 de novembro, 2011 - 17:02 (Brasília) 19:02 GMT

O Brasil tem crescido como doador e como fornecedor de recursos humanos para atendimento humanitário no mundo, segundo a ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF).


Leia na íntegra


O Brasil além de se destacar como doador e "fornecedor" humanitário é referência entre os países que mais investem em energia limpa. Fico muito feliz quando o nosso país é reconhecido por instituições e pessoas com influência no mundo todo. No caso da ajuda humanitária, por exemplo, somos especialistas em tratar doenças como Chagas e a Dengue. Entretanto (sempre existe um), o Brasil poderia investir muito mais em energias limpas como a energia eólica e a solar e esquecer um pouco, o que todos já estão deixando para trás, a energia nuclear e o petróleo, sei que é difícil mediante as possibilidades que uma Usina oferece e com o "trunfo" do pré-sal que temos, mas se quisermos poderíamos nos tonar um país reconhecido mundialmente por abdicar de todas as produções de energia que oferecem riscos ao meio ambiente mesmo a tendo-as em mão. E sobre a saúde, não é que deva cortar ajuda aos países que mais precisam, mas olhar mais para os brasileiros que sofrem com a falta de atendimento, hospitais lotados, cidades interioranas (sem bem como é isso) sem nenhum preparo para cuidar de casos “simples”.

O Brasil nunca vai ser reconhecido de fato, enquanto não cuidar de si!

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Camelot






Série sobre o lendário Rei Arthur. Acabei de assistir o décimo e último episódio da primeira temporada. 

Na série, a realeza é representada por Bower e Tamsin Egerton – respectivamente, Arthur e Guinevere. Joseph Fiennes vive Merlin e Eva Green faz a feiticeira Morgana. Claire Forlani (Rainha Igraine, mãe de Arthur) e Peter Mooney (Kay, irmão e braço-direito de Arthur) fecham o elenco principal. As filmagens aconteceram na Irlanda.A trama adapta livremente o livro do século 15 Le Morte d’Arthur, de Thomas Malory, um dos mais respeitados compêndios sobre as lendas da Távola Redonda e o Ciclo Arturiano.  

Recomendo. 


Episódios:

01 - Homecoming 
02 - The Sword and the Crown 
03 - Guinevere 
04 - Lady of the Lake 
05 - Justice
06 - Three Journeys 
07 - The Long Night
08 - Igraine 
09 - The Battle of Bardon Pass 
10 - Reckoning [Series Finale]

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Conversa entre amigos... Não Sei

Se você ainda não sabe qual a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena : 

Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas
   nuvens aqui e ali. Aí chega alguém, que também não tem nada para fazer, e pergunta: 

- Será que vai chover hoje?

Se você responder 'com certeza'... A sua área é Vendas: O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.

Se a resposta for 'sei lá, estou pensando em outra coisa'... Então, a sua aérea é Marketing: O pessoal do Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.
 

Se você responder 'sim, há uma boa probabilidade '... Você é da área de Engenharia: O pessoal da Engenharia vive querendo  transformar o universo em números.

Se a resposta for 'depende'... Você nasceu para Recursos Humanos: uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.

Se você responder 'ah, a meteorologia diz que não '... você é da área de Contabilidade: O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados no que nos próprios olhos.
 

Se a resposta for 'sei lá', mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuvas: Então seu lugar é na área Financeira, que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.

Agora, se você responder 'não sei'... Há uma boa chance que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à diretoria da empresa.

De cada 100 pessoas, só uma tem coragem de responder 'não sei' quando não sabe. Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.
 

'Não sei' é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e pré-dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão. Parece simples, mas responder, 'não sei' é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa.
 

Por quê?

Eu sinceramente 'não sei'.

 Antonio Ermírio de Moraes - Revista Exame

Conversa entre amigos... Marido Obediente

A mulher não suportava mais aquele acento molhado de urina do marido que era incapaz de levantá-lo. A mulher então determinou:

FAVOR URINAR SENTADO!


quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Conversa entre amigos...


Antes da posse:



O nosso partido cumpre o que promete. 
Só os tolos podem crer que 
não lutaremos contra a corrupção. 
Porque, se há algo certo para nós, é que 
a honestidade e a transparência são fundamentais. 
para alcançar os nossos ideais 
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que 
as máfias continuarão no governo, como sempre. 
Asseguramos sem dúvida que 
a justiça social será o alvo da nossa ação. 
Apesar disso, há idiotas que imaginam que 
se possa governar com as manchas da velha política. 
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que 
se termine com os marajás e as negociatas. 
Não permitiremos de nenhum modo que 
as nossas crianças morram de fome. 
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que 
os recursos econômicos do país se esgotem. 
Exerceremos o poder até que 
Compreendam que 
Somos a nova política.


Depois descobrimos do que realmente se trata. LEIA DE BAIXO PARA CIMA!



*Autor desconhecido...

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

De certo que é meio excêntrico, mas o Tcheco Franz Kafka se tornou um dos meus escritores favoritos. No final de semana, um pouco antes de ir assistir o filme “Eu queria ter a sua vida”, fui almoçar com um amigo e beber o velho e querido cappuccino. Enquanto esperava o almoço, procurei um livro para pelo menos me introduzir na leitura e posteriormente lê-lo na íntegra, costume. Só conseguir lê o prefácio do livro Na Colônia Penal, Dele, mas a versão contada em quadrinhos de Sylvain Ricard. Logo o prato que havia pedido foi posto diante de mim. Uma das coisas que gosto no Café Feito A Grão, da Saraiva do Iguatemi, é a eficiência.  Sertãozinho era o nome!

(retirado do site Flickr do Feito A Grão, infelizmente minha foto não prestou hehe)

Carne do Sertão Desfiada, Purê de Abóbora, Catupiry e Batata Palha.


Logo acompanhado da inseparável bebida de um jornalista... Alguma coisa com cafeína.




Depois de ler o prefácio e poucas imagens acabei devolvendo o livro à prateleira, mas a curiosidade para conhecer a história me fez retornar no dia seguinte e lê-lo. Realmente uma história contada por Kafka, ou seja, muito boa.


R$ 33,00

O livro que tem como roteirista Sylvain Ricard, como já citado, ainda conta com os desenhos de MaËl, cores de Albertine  Ralenti e tradução de Carol Bensimon, tudo isso publicado pela Quadrinhos Na Cia. Vou oferecer ao três leitores (agora são três!!!) do meu blog da mesma forma que me foi apresentado, sem  a comida e o café, é claro!

(“”)
Tanto o homem Franz Kafka quanto sua obra são fascinantes. Uma de suas companheiras, Milena Jesenska, dizia a respeito dele: “Franz é como um homem nu entre pessoas vestidas. […] É um homem forçado ao ascetismo por sua terrível lucidez, por sua pureza, por sua incapacidade de aceitar o comprometimento”. Comprometimento, eis a palavra-chave, a situação da qual Kafka sempre quis fugir, mas que o aprisionava sistematicamente. ele detestava seu trabalho burocrático, mas nunca o abandonou. Tinha horror de seu pai, mas sua figura autoritária o fascinava, quase o paralisava. seu mais forte desejo era escrever, mas nenhum de seus textos o satisfazia totalmente.

A novela terrivelmente violenta que é Na colônia penal nasceu nos primórdios da 1ª-  Grande Guerra. Mais surrealista que aterrorizante, a situação deixa o leitor desamparado diante de sua enormidade: a máquina, instrumento de execução capital, cuja beleza e perfeição só se igualam à barbárie absoluta de seu objetivo; o oficial, de profunda e ingênua sinceridade, de um engajamento irrestrito e de uma fidelidade animal por seu defunto comandante (o genial inventor da máquina); o viajante, o soldado e o condenado, ao mesmo tempo espectadores (e portanto voyeurs, assim como o leitor) e atores desta paródia da justiça, cada um como um contraponto ao metódico e receoso oficial. Disso resulta uma dissonância tão aguda que acaba por dar uma dimensão tocante e quase infantil à súplica do oficial, a derradeira reivindicação do direito de existir como filho espiritual do saudoso comandante.

A leitura de Na colônia penal é um desafio, tamanha é a proximidade do atroz e do cruel com a leveza, a suavidade e a beatitude. Mas Kafka não exagera na absurda obstinação do homem à autodestruição. Um olhar para a atualidade, para nossas telas de televisão, pode indicar que o homem colocou com frequência a sua inventividade a serviço da destruição do outro e que a fascinação diante da dor é cada vez mais banalizada. Basta ver que a violência dos homens sobre outros homens bate todos os recordes de audiência (execuções sumárias, guerras, atentados…), e não há sombra de dúvida de que uma execução pública na Place de la Concorde teria mais sucesso e mais (tele)espectadores que qualquer outra festividade…

… o que explica como a obra fascinante que é Na colônia penal torna-se o espelho da sociedade em que vivemos e daquilo que somos.

Sylvain Ricard


Gostei tanto da história que procurei aqui na minha biblioteca textos de Kafka, que sabia que tinha, mas ainda não havia lidos. Debrucei-me no A Metamorfose.



R$ 26,00

De acordo com o que li, o mais célebre conto de Franz Kafka e uma das mais importantes obras da literatura. O que posso falar é que é uma leitura extremamente viciante, que une o trágico com humor, tudo de forma bem transparente, onde os sentimentos tanto das personagens, como dos leitores, ficam a flor da pele, características do autor.



segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Cinema

               

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

National Geographic Brasil - Agosto 2011


Esse TCC está tirando todo o meu tempo. Estou super atrasado com as minhas leituras, mas essa semana parece que vou ter folga e pretendo colocar a leitura em dia. Bom... Terminei de ler a National Geographic Brasil de Agosto, 2011. Finalmente!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Cinema e Café




Eduardo Galeano no Canal Brasil‏


Confesso que nunca tinha ouvido falar de Eduardo Galeano. Isso não é de todo modo estranho. Tenho muito a conhecer, muito a sentir, muito a experimentar. Mas como me sinto privilegiado quando tenho a oportunidade de ver uma pessoa com tamanho grau de sensibilidade, que me faz perceber o tamanho da minha pequenez!  





“Um homem do povoado de Neguá; no litoral da Colômbia, 

conseguiu subir aos céus. Quando voltou, contou. Disse que tinha contemplado lá do alto, a vida humana. E disse que somos um mar de fogueirinhas. — O mundo é isso, revelou — Um montão de gente, um mar de fogueirinhas. Cada pessoa brilha com luz própria entre todas as outras. Não existem duas fogueiras iguais. Existem fogueiras grandes e fogueiras pequenas e fogueiras de todas as cores. Existe gente de fogo sereno, que nem percebe o vento, e gente de fogo louco, que enche o ar de faíscas. Alguns fogos, fogos bobos, não alumiam nem queimam; mas outros incendeiam a vida com tamanha vontade que é impossível olhar para eles sem pestanejar, e quem chegar perto pega fogo”.


Galeano é um jornalista e escritor Uruguaio. É autor de mais de 40 livros, um deles, o premiado “As Veias Abertas da América Latina”, pela editora Paz e Terra, do qual já tinha ouvido falar, de título apenas. Vou ler!


Espero que um dia seja capaz de discutir alguma coisa com uma pessoa deste patamar.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O Guia de Sobrevivência a Zumbis, de Max Brooks

,,

Editora: Rocco
R$19,60

Para os fãs de Zumbis como eu, vai uma dica de uma boa leitura. E tenho que dizer: - Eu sabia! Eu sabia que os Zumbis tiveram papel importante na história da humanidade. É o que se pode constatar no “Guia de Sobrevivência a Zumbis – Ataques Registrados”, de Max Brooks. Histórias da Pré-história até os dias contemporâneos mostram como tivemos que nos defender dos mortos-vivos desde sempre.

Achei o título errado. O livro até dá algumas ideias de como se matar um Zumbi (nada que alguém não saiba hoje em dia), mas isso fica subentendido. Esperava realmente um Guia de sobrevivência daqueles do tipo “Na Selva”.

Espero que lacem logo, se é que isso vai acontecer, o guia de sobrevivência a Extraterrestres. 

Destaque para a ilustração do livro que ficou sob responsabilidade de um brasileiro, o senhor Ibraim Roberson.

Uma boa leitura... Sem mais.

Cinema e Café