quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Prograstinação nunca mais...

Este livro chegou realmente em boa hora.


As únicas duas pessoas que acompanham meu blog sabem que não sou de ler livros de auto-ajuda, mas em minha casa existem várias pessoas que gostam do gênero. Logo, sou afetado por osmose.  Além do mais, quase não resisto ao ver um livro em cima da mesa da cozinha ou do sofá da sala. Tenho que, pelo menos, folhear para saber do que se trata.
Engraçado como acontecem às coisas na minha vida. Logo quando preciso me especializar em controlar meu tempo, eis que surge o “Não deixe para depois o que você pode fazer agora” – Dicas práticas para organizar seu tempo e se tornar mais produtivo. Rita Emmett caiu do céu.
Interessante notar como já sabemos de boa parte dessas digas, muitas vezes nos ensinado pelas nossas avós, mas que teimamos em desobedecê-las como uns rebeldes sem causa. Foi o que encontrei no livro. De forma simples e objetiva, somos sacudidos de uma forma delicada para nós chamar a atenção de que somos responsáveis, na maioria das vezes, pelo nosso atraso, por não cumprir metas estabelecidas.
Não estamos sozinhos nisso! É o que é apresentado no livro com situações de problemas cotidianos, seja no lar, seja no trabalho, de pessoas que passam ou passaram pelo s mesmos desafios. Vejo-me em algumas situações.
Umas das dicas que mais gostei, foi a da recompensa depois do trabalho realizado. Já estava habituado a esse hábito. Um dos melhores para a organização do meu dia, cumprindo minhas metas e objetivos com muito prazer. Mas já vinha percebendo há algum tempo (estou de férias, me dou um desconto) que estava me dando muita  recompensa sem merecimento, se é que me entendem. Bom, depois de ter lido todo o livro, e de escrever sobre para postar no blog, vou ao cinema assistir o filme com Bruno Mazzeo, espero realmente entrar em uma “Cilada”! Às vezes é muito bom.    


terça-feira, 21 de junho de 2011

Privilégio de ser brasileiro

Engraçado como tem brasileiros que conhecem boa parte da Europa e não fazem ideia das belezas do próprio país. Certa vez, em um curso de espanhol que fazia há alguns anos, conversava com uma colega sobre viagens que gostaríamos de fazer. Ela me revelou que iria viajar para Portugal pela segunda vez. Estava toda animada. Curioso que sou, algumas vezes até indiscreto confesso, perguntei se ela conhecia Lençóis... Ela me disse que não, apesar dessa cidade estar a poucos quilômetros de distância da nossa cidade. Nada contra, pretendo conhecer todo o mundo, mas antes de viajar para o exterior, vou conhecer boa parte do nosso País.
Hoje na Saraiva, sem muita pretensão de ler pelo cansaço que me abateu depois de caminhar dentro do Shopping com minha mãe e namorada (como mulher anda! Em especial nesse ambiente), me deparei com um incentivo que minha colega precisaria ver. Uma parte considerável das belezas naturais que se encontram nos quatro cantos do Brasil reunidos em um ensaio fotográfico feito por um dos melhores fotógrafos Brazucas de natureza, Araquém Alcântara, para a Quatro Rodas. Não resisti, li.






R$ 99,90

sexta-feira, 10 de junho de 2011

A Lua Vermelha

Oi gente,


O primeiro eclipse Lunar Total do Ano acontece no dia 15 de Junho, enquanto a Lua surge no horizonte.  Aproveite a oportunidade, eu vou.



O Eclipse Lunar acontece quando a sombra da Terra e projetada na lua.



 


Só espero que o tempo ajude...

terça-feira, 7 de junho de 2011

Finalmente chegaram as férias. Projeto do TCC entregue e avaliado. Semestre que vem, trabalho em cima do documentário sobre Andarilhos de Estrada. Mas o estudo nunca acaba. Essas semanas que se passaram, pude conciliar com muito esforço, os trabalhos da facul com o lazer, quase sempre indo a Saraiva e assistindo filmes no cinema. Os últimos filmes foram:


  

Estou com muita ânsia de livro. Mas acabo querendo ler tudo ao mesmo tempo, tenho que me concentrar em alguns, para que a leitura seja proveitosa. Imaginem então o martírio que é entrar em uma livraria... Às vezes queria me dividir em três para dar conta do meu desejo. Estou lendo “Uma Breve História do Mundo”, de Geoffrey Blainey. Neste momento, um resumo me parece tentador, mas nunca é satisfatório. Terminei o 1º livro da série “As Aventuras do Caça–Feitiços, “o título nacional é “O Aprendiz”, de Joseph Delaney. Logo escreverei sobre o livro. Gostei tanto da história que assim que li a última página, fui devolver o livro já a procura do segundo “A Maldição”, mas não encontrei. Maldição!!!
            Ontem li, por indicação de um amigo, o HQ “Guerra Civil”, da Marvel Comics. Até tenho um interesse pelo universo criado pela editora americana, digo as histórias contadas em livros, por que na sétima arte já acompanho há algum tempo.   


 
                Comecei a ler, parei na metade, fui assistir ao filme “X-men: Primeira Classe” (olha aí!), dirigido por Matthew Vaughn e como Co-roteirista e Produtor Executivo Bryan Singer, que dirigiu os dois primeiros filmes. Talvez escreva sobre, já que foi o responsável por me fazer ganhar a segunda-feira. Contudo já adianto o destaque para Wolverine (Hugh Jackman), que com apenas duas palavras, enriquece o filme de uma maneira extraordinária. O que me fez ouvir comentários do tipo: -“Só Wolverine mesmo!!” e muitas, muitas risadas.  Quais foram as duas palavras (em português foram três)? Vá assistir ao filme. ;)
            Também estou lendo o livro “As Crônicas de Gelo e Fogo – Guerra dos Tronos”, de George R. R. Martin. Junto com este,  acompanho a superprodução da HBO a também “Guerra dos Tronos”, baseado no livro. O pouco que li, já vi grandes diferenças entre um e outro, como já era de se esperar. A série estreou no dia 20 de maio, ás 23hs. Pretendo terminar o livro até a semana que vem.

E, enquanto escrevo este texto, folheio a revista Arquitetura & Construção, Maio de 2011, da Editora Abril. Pensando na casa que pretendo ter até o final do ano. Sonhando aqui!

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Resenha do livro "Jornalismo Científico"





Livro: Jornalismo Científico
Autora: Fabíola de Oliveira
Editora: Contexto
Ano: 2002
96 páginas




Em 1998, quando a autora Fabíola de Oliveira começa a ministrar a disciplina Jornalismo Científico, percebe a inexistência de trabalhos acadêmicos brasileiros na área. E os textos sobre os assuntos encontrados em mestrados, doutorados e em revistas especializadas tem uma linguagem pouco acessível para os estudantes de graduação. Foi essa carência de bibliografia básica que vez com que o livro “Jornalismo Científico” fosse realizado. Lançado pela Editora Contexto teve como inspiração o livro americano “Field Guide for Science Writers”, publicado com o aval da Associação Americana de Escritores de Ciência. A autora pretende com o livro mostrar um panorama do jornalismo científico (JC) no Brasil e no mundo, fazendo com que o leitor entenda que é importante a cobertura jornalística de Ciência e Tecnologia (C&T) e que se tenha uma cultura científica, já que a divulgação desta tem tudo a ver com cidadania.
O livro faz um breve percurso na história, desde o surgimento do JC, provavelmente com o advento da imprensa de tipos móveis de Gutenberg, na Europa, em meados do século XV. Isso possibilitou o surgimento do jornalismo científico na Inglaterra de Newton, no século XVII, considerado o período da chamada Revolução Científica. Uma revolução que implicava não somente desenvolvimento restritos do campo da ciência e da técnica, mas transformações mais amplas na filosofia, na religião e no pensamento social, moral e político.
Nessa época há uma circulação de cartas, redigidas em vários idiomas, expedidas por cientistas sobre suas ideias e novas descobertas para permitir a difusão de conhecimento. Os posteriores séculos XVIII e XIX foram inspirados nas conquistas de cientistas revolucionários como o astrônomo Galileu, René Descartes e Isaac Newton. Contudo a autora ressalta que se a Inglaterra foi o berço do pioneirismo do JC coube ao alemão Henry Oldenburg, que não brilhava como as mentes da sua geração, mas tinha o talento de inspirar e juntar a nova geração de homens da ciência, reconhecido pela Real Sociedade Britânica, que o nomeou como seu secretário. Como as cartas eram escritas de cientistas para cientistas de uma maneira informal, Olderburg com o seu talento empreendedor cria a profissão de jornalismo científico como novo gênero literário, para traduzir, imprimir e divulgar essas cartas ao público, posteriormente criando um periódico científico que serviu como modelo para os séculos seguintes.
Diferente da Europa e dos EUA que tiveram uma história em divulgação da ciência e do jornalismo científico, principalmente na efervescência do século XIX, o Brasil demorou muito tempo para a prática. Não somente na área científica, mas em todo o jornalismo, vivendo, até essa época em total obscuridade beletrista. A autora destaca o pioneirismo, aqui no Brasil, de Euclídes da Cunha, na obra “Os Sertões”, no JC, a cobertura na Guerra de Canudos para o jornal Estado de São Paulo, apesar dele mesmo não se apoderar da titulação. Contudo, considerado o pai do jornalismo científico, está José Reis, que contribuiu de modo significativo para o desenvolvimento dessa especificidade jornalista no país. Além deste, muitos outros cientistas, profissionais de comunicação estiveram envolvidos com entidades que tinham e têm como o objetivo a divulgação científica, o que possibilitou na década de 80 o crescimento na divulgação nos mais variados meios, como por exemplo, a edição Ciência Hoje, Superinteressante, Globo Ciência, etc.
            Há diferença significativa do modo de escrever dos cientistas e dos jornalistas. Enquanto o primeiro escreve para um público específico, especializado e restrito, o texto jornalístico é coloquial, simples e objetivo, a fim de alcançar o maior número de pessoas, servindo então como tradutor de um tema específico para que o leitor possa entender, colocando a ciência presente na vida cotidiana. Trabalho muitas vezes não muito fácil. O livro trás dicas de como o texto pode ser feito, como por exemplo, para ser melhor compreendido, o jornalista então, pode se permitir o uso de metalinguagem para aproximar o público leigo das informações científicas. A autora destaca que o casamento perfeito maior da ciência e do jornalismo se realiza quando o primeiro, que busca conhecer a realidade por meio do entendimento da natureza das coisas, encontra no segundo fiel tradutor, usando a informação científica para interpretar.     
            O próprio uso de princípios do método científico, muito se assemelha á prática do bom jornalismo investigativo, e não por acaso alguns cursos de jornalismo no país já começam a introduzir a iniciação científica como disciplina em seus currículos. Definir tema (assunto), elaborar hipóteses (pauta), coletar dados (entrevistas com fontes), testar as hipóteses (chegar às informações), priorizar os dados (hierarquia das informações), escrever o trabalho (a matéria) e publicar são procedimentos que se aplicam tanto à pesquisa científica quanto ao jornalismo, nas suas devidas proporções. A conclusão é que a informação científica permite ao jornalista visão mais sistêmica e contextualizada dos fatos noticiosos, ao contrario da visão fragmentada e descontinua que muitas vezes predomina no noticiário.
            No relacionamento com as fontes, no caso cientistas, a autora enxerga alguns problemas que devem ser superados, principalmente por jornalistas jovens. Por exemplo, o deslumbramento quando se depara com um PHD, ou por não está familiarizado com o tema estudado, acaba tendo medo de perguntar termos para não demonstrar ignorância no assunto e/ou acabar repetindo na integra o que o cientista declara. Há ainda uma falta de crítica, de confrontamento das fontes não encontrados em editorias que já estão corriqueiramente nas pautas como cultura e política. Às vezes esse confrontamento não é possível já que o tema C&T está, na maioria das vezes, vinculado ao governo, não existindo muitas vezes o “outro lado”.
Contudo, alguns temas existem inúmeras fontes alternativas de informação como ONGs. A autora ressalta que dirigentes de entidades de pesquisa, têm cargos públicos de confiança, e, portanto, sua opinião é condicionada ao posto que ocupa, momentaneamente, na posse de posição política. Outro desafio freqüente é a cobertura de congressos e simpósios, mas a formula para um bom texto é a mesma. Está por dentro do assunto, mas claro como provavelmente jornalista não habituado com determinados termos as entrevistas com os pesquisadores é fundamental para tirar todas as dúvidas. 
            A autora discute o mercado de trabalho que aos poucos vem crescendo no Brasil na área de C&T, mas constata que a maiorias dos textos publicados ainda é sobre trabalhos acadêmicos de outros países. E defende a ética universal do jornalismo, no sentido que os jornalistas têm uma responsabilidade igual ao médico e um advogado nas mãos, ou seja, erros podem custar muito caro.
Há um distanciamento de áreas específicas para a maior parte da população, principalmente a tecnologia espacial, mas constata-se que hoje já existe uma aceitação maior das pessoas no que diz respeito a o dinheiro público que é gasto para o incentivo.  O programa espacial brasileiro vem evoluindo com o passar dos anos, e apesar de, hoje, ter um maior destaque na mídia do que de outrora e ter uma maior facilidade em encontrar fontes, ainda não faz parte das pautas cotidianas dos jornalistas. E quando faz, há uma escassez de crítica, já que, como citado, a uma falta de preparado dos jornalistas que acabam sem saber como questionar determinadas informações, lembrando que, sobretudo na área espacial, que está ligada ao governo, o que implica uma série que questões burocráticas e econômicas de interesse público.
 Em conclusão, Fabíola de Oliveira diz que “O Conhecimento e a difusão sobre a ciência há muito deixou de ser privilégio de cientistas e pesquisadores, muitas vezes distanciados da realidade social, cabe ao jornalista traduzir para o público o texto científico.”

terça-feira, 31 de maio de 2011

Filmes de Maio

 



Começa hoje! Vou participar.

31/05 a 03/06 - Exposição de objetos confeccionados a partir de material reciclável
Horário: 09h às 19h

31/05 - Palestra: Consumo Consciente, com Thiago Siqueira, da ONG Jogue Limpo
Local: Auditório do Nível 3
Horário: 9h

31/05 - Apresentação musical e mostra de vídeos na área de convivência do nível 4
Horário: 18h20 às 19h

01/06 - Peça teatral com o Grupo do Ser Só Arte. Tema "Sandroca na Sustentabilidade"
Horários: Manhã - 09h10 às 09h50
              Noite - 18h20 às 19h

02/06 - Apresentação musical e mostra de vídeos na área de convivência do nível 4
Horário: 09h10 às 09h40 h

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Conversa entre amigos...

 FIM DA ÁRVORE GENEALÓGICA -  

Fim da árvore genealógica

Vai ser avó de quem?

Mãe, vou casar!
Jura, meu filho ?! Estou tão feliz ! Quem é a moça ?
Não é moça. Vou casar com um moço.. O nome dele é Murilo.
Você falou Murilo... Ou foi meu cérebro que sofreu um pequeno surto psicótico?
Eu falei Murilo. Por que, mãe? Tá acontecendo alguma coisa?
Nada, não... Só minha visão que está um pouco turva. E meu coração, que talvez dê uma parada. No mais, tá tudo ótimo.
Se você tiver algum problema em relação a isto, melhor falar logo...
Problema ? Problema nenhum. Só pensei que algum dia ia ter uma nora... Ou isso.
Você vai ter uma nora. Só que uma nora... Meio macho.
Ou um genro meio fêmea. Resumindo: uma nora quase macho, tendendo a um genro quase fêmea... E quando eu vou conhecer o meu. A minha... O Murilo ?
Pode chamar ele de Biscoito. É o apelido.
Tá ! Biscoito... Já gostei dele.. Alguém com esse apelido só pode ser uma pessoa bacana. Quando o Biscoito vem aqui ?
Por quê ?
Por nada. Só pra eu poder desacordar seu pai com antecedência.
Você acha que o Papai não vai aceitar ?
Claro que vai aceitar! Lógico que vai. Só não sei se ele vai sobreviver.. . Mas isso também é uma bobagem. Ele morre sabendo que você achou sua cara-metade. E olha que espetáculo: as duas metades com bigode.
Mãe, que besteira ... Hoje em dia ... Praticamente todos os meus amigos são gays.
Só espero que tenha sobrado algum que não seja... Pra poder apresentar pra tua irmã.
A Bel já tá namorando.
A Bel? Namorando ?! Ela não me falou nada... Quem é?
Uma tal de Veruska.
Como ?
Veruska...
Ah !, bom! Que susto! Pensei que você tivesse falado Veruska.
Mãe !!!...
Tá.., tá..., tudo bem...Se vocês são felizes. Só fico triste porque não vou ter um neto ..
Por que não ? Eu e o Biscoito queremos dois filhos. Eu vou doar os espermatozóides. E a ex-namorada do Biscoito vai doar os óvulos.
Ex-namorada? O Biscoito tem ex-namorada?
Quando ele era hétero... A Veruska.
Que Veruska ?
Namorada da Bel...
"Peraí". A ex-namorada do teu atual namorado... E a atual namorada da tua irmã . Que é minha filha também... Que se chama Bel. É isso? Porque eu me perdi um pouco...
É isso. Pois é... A Veruska doou os óvulos. E nós vamos alugar um útero... De quem ?
Da Bel.
Mas . Logo da Bel ?! Quer dizer então... Que a Bel vai gerar um filho teu e do Biscoito. Com o teu espermatozóide e com o óvulo da namorada dela, que é a Veruska.
Isso.
Essa criança, de uma certa forma, vai ser tua filha, filha do Biscoito, filha da Veruska e filha da Bel.
Em termos...
A criança vai ter duas mães : você e o Biscoito. E dois pais: a Veruska e a Bel.
Por aí...
Por outro lado, a Bel....,além de mãe, é tia... Ou tio... Porque é tua irmã.
Exato. E ano que vem vamos ter um segundo filho. Aí o Biscoito é que entra com o espermatozóide. Que dessa vez vai ser gerado no ventre da Veruska... Com o óvulo da Bel. A gente só vai  trocar... 
Só trocar, né ? Agora o óvulo vai ser da Bel. E o ventre da Veruska.
Exato!
Agora eu entendi ! Agora eu realmente entendi...
Entendeu o quê?
Entendi que é uma espécie de swing dos tempos modernos!
Que swing, mãe ?!!....
É swing, sim ! Uma troca de casais... Com os óvulos e os espermatozóides, uma hora no útero de uma, outra hora no útero de outra.....
Mas...
Mas uns tomates! Isso é um bacanal de última geração! E pior... Com incesto no meio..
A Bel e a Veruska só vão ajudar na concepção do nosso filho, só isso...
Sei !!! ... E quando elas quiserem ter filhos...
Nós ajudamos.
Quer saber ? No final das contas não entendi mais nada. Não entendi quem vai ser mãe de quem, quem vai ser pai de quem, de quem vai ser o útero,o espermatozóide. .. A única coisa que eu entendi é que...
Que.... ?
Fazer árvore genealógica daqui pra frente... vai ser foda.
Luiz Fernando Veríssimo

segunda-feira, 2 de maio de 2011

A língua de Einstein

Quer saber por que Einstein aparece com a língua de fora nesta fotografia?

Entenda a história (falsa) por trás da foto.



(...Bem que a Sony poderia me pagar alguma coisinha...)

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Ciclos de Jornalismo



Dia 27 de abril de 2011
Das 8h30 às 12h 
Auditório da Facom/Ufba

terça-feira, 12 de abril de 2011

Conversa entre amigos...

Marmitex japonês. Ideia para os empresários do ramo.


terça-feira, 5 de abril de 2011


Ficha Técnica:

Nicolas Cage, AmberHeard, William Fichtner, Billy Burke, David Morse, entre outros.

Direção: Patrick Lussier

Roteiro: Todd Farmer, Patrick Lussier




Sempre gostei dos filmes com Nicolas Cage, apesar de achar que não é um ator muito expressivo. Não me refiro ao cenário comercial, a popularidade, mas no sentido de expressão facial mesmo (rsrsrs).  Sempre com aquele ar de superioridade, intelecto aguçado, um homem que não sente muito medo ou dor. Ainda não assistir o “Caça as Bruxas”, de Dominic Sena, agora fora do cinema, vou ter que baixar. No longa “Fúria Sobre Rodas”, o ator vive a personagem John Milton que volta do  inferno para tentar salvar sua neta que será sacrificada em uma seita satânica liderada por Jonah King (o ator Billy Burke). Última esperança de ter um “pedacinho” da sua filha, que foi assassinada pelo líder do mal. Nicolas, como já era de se esperar pelo seu currículo, foge do próprio inferno para tal missão.

Destaque para a incrível atuação de William Fichtner, no papel misterioso e engraçado, autodenominado “O Contador”. Não está explicitado realmente qual é o seu posto no submundo, mas é uma espécie de demônio, de classe alta, cuja função é levar de volta Milton a sua antiga moradia de fogo.  Por causa da moeda que sempre carrega creio que seja “Balthazar”. Boas risadas com ele... A última vez que vi um demônio mal, mas engraçado ao mesmo tempo foi em “Constantine”, de Francis Lawrence, com o ator Peter Stormare no papel do próprio Satã. Isso, claro, em suas devidas proporções.

 

Outra figurinha marcada nos filmes de Nicolas é a mulher lindíssima que o acompanha. Neste caso, uma bela escolha, devo acrescentar, a atriz Amber Heard como Pipper. Sem mais comentários, por que realmente não tenho muito para falar da atuação. Ela é boa, mas o papel não ajuda.

Últimos comentários: Os carros que aparecem, os principais claro, são fantásticos, tudo envolto em uma trilha sonora inspiradora, rock dos anos 70-80 que vale a pena ouvir. Parece que o estereografista, a pessoa responsável pela filmagem em 3D, em um set, não trabalhou muito neste filme. Ou seja, vai um conselho, NÃO GASTEM DINHEIRO PARA ASSISTIR EM 3D.

Uma tarde agradável

Ficha Técnica:
Rachel McAdams,  Harrison Ford, Diane Keaton,  Patrick Wilson, Jeff Goldblum, Ty Burrell, John Pankow, Steve Park, entre outros.
Direção:
Roger Mitchell
Roteiro:
Aline Brosh McKenna


          Já fui com uma boa impressão da comédia “Uma Manhã Gloriosa” (Morning Glory, 2010). Não me  decepcionei, mas é uma história previsível, cheia de clichês. Para aqueles que odeiam assistir filmes onde o final já está implícito, não é recomendado, contudo vão perder a chance de dar algumas boas risadas com a atuação de Rachel McAdams no papel de Becky Fuller, uma produtora de televisão que, ao ser demitida de um programa de notícias, consegue uma vaga em uma emissora acreditada por todos do ramo jornalístico como quase falida. Ela (Becky), uma garota que apesar de muitos contras, desacreditada até por sua mãe em uma tentativa materna de proteção, acredita nos seus sonhos e embarca nesta nova aventura. Para levantar a audiência do programa desorganizado, terá que fazer mudanças significativas no modo como o novo programa é transmitido, tudo isso lidando com um elenco enlouquecedor. Típica de uma redação jornalística. 

         Entre seus grandes desafios está o de convencer o premiado jornalista Mike Pomeroy (o grande e veterano ator Harrison Ford) a apresentar matérias mais leves, divertidas, o que os jornalistas chamam de matérias frias, beirando a “futilidades”, bem longe da realidade do trabalho jornalístico de Pomeroy, tido como mais sério, sisudo, onde o entretenimento não tem vez. Outra atriz (de sucesso há muito tempo também) que dar o ar da graça e a fabulosa Diane Keaton, que vive o papel de uma ex-miss e apresentadora Colleen Peck que faz um par desarmoniozo com Pomeroy. Um dos grandes motivos das minhas risadas são as farpas trocadas pelos dois âncoras.

      
       
         O Filme é dirigido por Roger Michell e escrito pela mesma dupla de “O Diabo Veste Prada” (um filme que adorei). Ainda marca presença o ator Patrick Wilson cuja personagem  Adam Bennett, faz par amoroso e compreensivo (vão lembrar de alguns filmes quando assistirem) de Rachel MacAdams. O romance é deixando em terceiro plano.
          Saindo um pouco da linha de críticas de sites especializados em cinema, o filme trás uma discussão interessante no ramo da comunicação social. Informação versus entretenimento no telejornalismo mais especificamente. Os dois devem caminhar sempre juntos, mas equilibrados. O jornalismo Sisudo, duro, perde espaço para programas mais descontraídos. Até o tradicional, responsável por pautar grande parte dos jornais nacionais, o “Jornal Nacional” (intencionalmente ou não) para um bom observador está muito mais leve. Mestre Bonner e Fátima, o casal que realizam um trabalho de excelência no jornalismo brasileiro, interagem mais, comentam, riem, conversam mais. Eu gosto disso! 

quinta-feira, 31 de março de 2011

Livro: Manual do Viajante Solitário

Gostei muito de ter lido esse livro. Sobretudo neste momento onde o mundo me parece especialmente atraente. No início do ano, algo que a muito não se apresentava, voltou com muita força, agora como necessidade básica. Viajar, conhecer pessoas, desbravar regiões já desbravadas e outras nem tanto assim, quem sabe...
Desde então estou me preparando. Estabelecendo roteiros, lendo sites de viajantes, me equipando. Então, nas minhas leituras, estou incluindo também, livros que têm haver com o meu desejo. Alguns apenas anoto algumas dicas, outros leio de cabo a rabo, como é o caso do “Manual do Viajante Solitário”, de José Albano, uma leitura muito simples, uma história incrível.


Título: Manual do Viajante Solitário – Rodando de 125cc nas estradas do Brasil 
Autor: José Albano. 
Editora: Terra da Luz Editorial, 2010. 
Páginas: 112

(Esqueci de pegar o preço! Depois coloco.)

“Tudo começou em 1983 com um desses telefonemas chatos de telemarketing, um cara tentando me vender um consórcio de automóvel. (...) eu resolvi encerrar o papo dizendo que, na verdade, eu já estava farto de carros e, se fosse comprar um veículo novo, seria uma moto. (...) O engraçado é que eu tinha falado aquilo pro vendedor só pra cortar o papo pois, na verdade, eu detestava motos!”

[...]
“...muita gente me pergunta quantos quilômetros eu faço por dia. Respondo: “Eu sei lá!... Depende!...” “Mas, em média, quantos quilômetros por dia?”, insistem. Respondo: “Só no fim de uma viagem, posso tirar uma média.” Mas confesso que não estou muito preocupado com esses números, não. O que posso dizer é que depende da viagem, da estrada, do clima, depende da minha disposição, da minha pressa, ou não, de chegar... Mesmo assim, depois de tantas viagens, posso dizer que rodo entre 350 e 450 km por dia, se você insiste em saber... Você acha pouco? Eu, não!”


[...]

(Livro)                                                                        

Me identifiquei logo que o vi na prateleira, na sessão turismo, Saraiva. Sobretudo por que as viagens são feitas com umas das coisas que mais gosto, motos. O homem e sua máquina, se aventurando pelos quatro cantos, no caso dele, do Brasil. Por ser um manual ele trás todos os aspectos da viajem: alimentação, roteiro, manutenção, conforto, hospedagem, bagagem, riscos, segurança, medos, alegrias, tudo envolto em uma áurea filosófica sobre o viajante e sua moto, pasmem, uma ML 83 Honra. E como não poderia deixar de ter, um pouco da história da sua vida e fotografias, já que uma das suas profissões é justamente na oitava arte. 


José Cordeiro Albano, um senhor de 67 anos, que a mais de 25 se aventura nas rodovias do País. 
Que saber como ele consegue ? Talvez você descubra lendo o livro ou aqui:




[As fotografias foram retiradas dos sites acima]

quarta-feira, 30 de março de 2011

sexta-feira, 25 de março de 2011