terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Falta só um ano...

 Parece que foi ontem que entrei na Faculdade de Comunicação Social... agora, sou quase um Jornalista!

Bom, minha primeira postagem no blog, como de costume, vai ser uma contabilização dos filmes que já vi, do início do ano até hoje.










sexta-feira, 12 de novembro de 2010

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Tirando o gesso da mente


Apesar de nunca ter passado por outro regime, a história me mostra que, apesar dos pesares viver na democracia é o caminho mais correto, onde o peso das palavras proferidas é colocado em pé de igualdade, e que as ideias são livres para serem jogadas ao vento ou trabalhadas para sua concretização. Mas um país que se diz viver sob os preceitos igualitários parece mais aprisionado do que na época da ditadura militar, pelo menos no campo intelectual.
Liberdade! Só possível de compreensão quando experimentada. Assumimos faces diferentes ao longo do dia. Mesmo sem perceber, escolher a frase certa, a expressão certa, a roupa certa, o tom de voz, os assuntos a tratar, como se portar é uma prática diária do ser humano diante dos seus semelhantes e situações insurgentes. A “liberdade de expressão” tão defendida por todos se torna ela própria, instituição regulatória da imaginação, controlando e censurando a criatividade.
Surge o medo! O medo de parecer diferente, te ter uma opinião que se distancie do que a grande parte da população entende como verdade. Aqueles que se arriscam a tentar convencer que não se preocupam com a trivialidade, pecam justamente no que diz respeito a “tentar convencer”, passam a viver novamente a infância onde o primeiro xingamento dito, parece libertar a mente diante de tamanha pressão social, uma falsa sensação de liberdade, contudo não passam de crianças sujeitas a ficarem olhando a parede por algum tempo como punição. E é esse fato que faz com que muitos apenas deixem de falar “palavrões”.
As pessoas são livres para comprar o que seus recursos financeiros lhes proporcionam. O consumismo hoje, não se limita apenas a obtenção de bens materiais, mas também coisas que não são palpáveis, apenas observadas, usadas, a informação. Consumimos informação como nunca aconteceu, o acesso se tornou fácil, mas se por um lado as pessoas estão mais informadas sobre tudo que os rodeia, o conhecimento fica cada vez mais escondido na superficialidade, as tornando apenas espectadores.
O momento eleitoral que presenciamos serve para demonstrar a que ponto chegamos. Passamos a adotar o termo “menos pior” para nos referir ao futuro governante, tendo em vista a quantidade de gente desqualificada, nos seguramos tão firme no candidato escolhido, que entra não mais no mérito da melhoria esperada deste, feita no período determinado pelo mandato, mas pelo orgulho de querer que o candidato escolhido vença, como assistir e torcer por um time em um jogo de futebol. O nome disso é vaidade intelectual.
O engraçado é que parece que não lidamos com problemas tão grandes como há décadas sombrias, digo isso mediante as pessoas que insistem em tachar gerações como “perdidas”, que tudo parece comodismo. Meu avô que me desculpe, mas os problemas hoje não se tratam apenas de escolher um dos lados, se trata da busca constante pela identidade, da formação da personalidade, não essa que saem em moldes construídos através da busca aloprada de informação usando dos meios midiáticos, mas a uma luta de um indivíduo contra o mundo que o observa e serve de carrasco quando se comete o erro. Pode-se falar o que quiser, fazer o que quiser, desde que não ultrapasse os direitos dos outros, mas é extremamente “proibido” se expressar da maneira que lhe parecer mais verdadeiro, não se utilizando do senso comum, nada contra, ele tem sua serventia, mas a um universo na cabeça de cada indivíduo, ou seja, uma infinita possibilidade de expressão. Espera aí! Podemos sim, afinal estamos ou não estamos em uma democracia?
Os dias são sempre iguais e, não se trata de rotina simplesmente, esta não é um atestado de tédio, de improdutividade intelectual, já se dizia que a prática leva a perfeição, a insistência leva a providência, fato esse que grita querendo desesperadamente ser ouvido. O ser humano foi feito para descobrir, para experimentar, para cometer erros e superar-se. Precisamos arriscar mais no campo intelectual, a pior ditadura não é a física, como de outrora, por que está diante dos nossos olhos, então podemos ver. Contudo a ditadura intelectual engessa nossas mentes nos tornando meros repetidores de ideias, seja ela boa ou ruim, não sabemos distingui-las.




terça-feira, 28 de setembro de 2010

Sígueme : ¿Cómo conectar un teléfono móvil cubano a Twitter?




¿Cómo conectar un teléfono móvil cubano a Twitter?

1. Lo primero es conectarse a Internet y hacerse una cuenta en http://www.twitter.com

2. Conservar en un lugar seguro el nombre de usuario y la contraseña que hemos obtenido en ese servicio.

3. Agregar a la agenda telefónica de nuestro móvil un nuevo contacto bajo el nombre de Twitter y con el número 119447624801423

4. Enviar cuatro mensajes a ese número. Cada mensaje incluirá un comando y es importante que se mande en el orden descrito a continuación, sin dejar espacios ni delante ni detrás de la palabra, sin poner acentos ni “ñ”. Si en uno se nos va un error, habrá que empezar desde el principio:
start
nombredeusuario
contraseña
ok

5. Claro está que donde dice “nombredeusuario” hay que poner el usuario de Twitter.

6. Los cuatro mensajes deben ser enviados uno detrás de otro. Antes de comenzar se debe verificar que tiene suficiente saldo para hacer la operación.

7. A partir de ese momento se podrán enviar mensajes (SMS) de no más de 140 caracteres a través del número telefónico 119447624801423 que ya está agregado en la agenda móvil.

8. Cada SMS enviado a ese número, después de haber hecho el procedimiento antes descrito, aparecerá publicado automáticamente en Internet.

9. Cada SMS enviado a Twitter costará 1 peso convertible, así que a preparar el bolsillo

Fuente del texto: http://twitpic.com/2pqj3q

terça-feira, 31 de agosto de 2010

domingo, 29 de agosto de 2010

Nem tudo é um problemão...

Em algum morro do Rio de Janeiro...






Puritanismo para quê?

Editora Objetiva, o primeiro livro que li de João Ubaldo. Pois é, nunca li “Viva o Povo Brasileiro”, nunca fui de ler por livre e espontânea pressão, mas dizem que é o seu melhor livro... está na minha lista. Não tenho muito que falar sobre. Sexo, sexo e sexo! Luxúria em sua pureza, se assim posso escrever, e todas as suas possibilidades. Não quer dizer que não tenha gostado, pelo contrário, gostei muito, mas não é um livro que compraria para agregar a minha, questão de tempo, modesta biblioteca. Melhor dizendo, quanto mais livros melhor, os que gostam de ver uma biblioteca farta me entendem, mas alguns livros me passam a impressão de leitura única...

A história dos relacionamentos contada em detalhes (do jeito que o livro conta) sempre me instiga, sempre fico com vontade de ler. Uma leitura assim sempre me excita em sentido figurado e também literalmente falando, o objetivo declarado pelo autor/autora foi alcançado, acho que não poderia ser diferente.

Escrevo autor/autora por que João Ubaldo deixa bem claro que na verdade o texto não é dele, e de uma devassa Senhora com uns 68 anos, nascida aqui mesmo na Bahia e residente do Rio que realmente esbanja conhecimento de caso, resolve contar sua vida amorosa e que, com a ajuda dele escrevendo o que relata, pede que o publique para a “posteridade”. Ou seja, trata-se de uma obra autobiográfica que mostra o retrato de toda uma cultura e geração.

Especialmente para os soteropolitanos, alguns lugares nunca mais serão encarados como desmerecido. O segredo de saber aproveitar e tirar o máximo que cada lugar pode oferecer.

Leiam sem camisinha! Excelente sexo para todos, agora usem-na!

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Filmes nas Férias ( em atualização constante...)

Como aqui na minha Terrinha não tem Cinema, vamos de "Cinema em Casa".




quinta-feira, 10 de junho de 2010

terça-feira, 1 de junho de 2010

Lido...













9ª Temporada de Smallville





Uma temporada melhor que a outra!

A décima temporada só em outubro...