quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Lida...

Dia 7



Super Interessante de Dezembro. R$ 10,95

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Primeiro Dia

Dia 1


O reveillon realmente poderia ter sido melhor! Sem entrar em detalhes por que pretendo esquecer o que aconteceu...


Normalmente escolhas de renovação acontecem na virada de ano, para mim não. O reveillon cada vez mais tem sido um dia normal, mas ainda de festa, nada sonhado, para o ano que chega, pelo menos não por causa do dia 31 ou 1. Achava isso lindo quando menor “todos os problemas ficam para trás...um ano de renovação...perdoar seus inimigos, etc, etc... hoje, não empurro meus problemas, pelo menos tento, para o ano seguinte, na esperança de que tudo vai se acertar, por que 2010 chegou. Hoje é dia primeiro, e nem por isso alguns problemas desapareceram ou ficaram para trás, e nem tampouco o sentimento que tenho quando a estes. Falo isso tudo, não para dizer que não sonho com coisas que irei fazer este ano, mas que não espero mais o final do ano para as coisas se acertarem, ou tomar um novo rumo na minha vida.


Na primeira semana de dezembro (olha o dia primeiro de novo), resolvi mudar algumas nuances do modo como eu estava levando a vida, essas decisões claro, foram tomadas em decorrência dos acontecimentos e experiências que sucederam. Resolvi experimentar! Não uma única coisa, digo isto com o significado mais amplo, passar por experiências, ver coisas que nunca vi, beber e comer coisas que nunca provei, amar de formas diferentes, resolvi não ter medo das coisas (uma decisão mais fácil de falar do que cumprir, mas estou me saindo bem.), estou vivendo mais! Por isso estas últimas postagens, falam de lugares que visitei, livros, bebidas... enfim...


Bom, depois desse esclarecimento a mim mesmo, na tentativa de reforçar o que quero, o que sonho, no mês de dezembro, além do que já havia dito, eu experimentei 4 bebidas, e só a nível de esclarecimento, eu só experimento mesmo, é uma dose, para conhecer o sabor, a não ser que, realmente goste.

Cuba Libre: é pois é, daí, para aqueles que bebem, se nota que não tinha a tradição de beber. Uma dose: Um copo com uns 300ml, contendo Montilla (Rum), acompanhado de um refrigerante, normalmente escuro, como a Coca Cola, ou Pepsi. O Cuba Libre é a mistura dessas duas bebidas. Foi servida mais ou menos assim:




R$ esqueci...



Momento Cultural Leonardo Santos: o nome da bebida é atribuído aos soldados nortes-americanos da Guerra de “Independência Cubana”, isso em 1898, algumas pessoas em Cuba, e até em outros países, chamam-na de “una mentirita”, pelo fato de que, algumas pessoas, não consideram que Cuba é um país livre de fato. Para mim, Cuba, é um dos paises mais livres, apesar dos pesares, claro. (texto a parte).


Em almoços com meu pai, coisas que passamos a fazer neste último mês, em todos finais de semana, é que costumo experimentar... fomos a uma mesa do restaurante e esperamos o garçom, meio perneta, me lembrou aquelas tavernas mais antigas onde piratas afogavam suas magoas, negociavam, e comemoravam saques. Rsrs só por causa do garçom perneta, a garrafa com o pirata e o papagaio (praxe) e o Rum, claro, me fez lembrar de “Piratas do Caribe”, me senti um verdadeiro Jack Sparrow, vejam que imaginação fértil! A bebida chega como havia dito mais acima. Bebo metade da Montilla, pura, por que quero saber o sabor sem nenhum tipo de mistura... daí misturo.

Puro, é complicado, mas misturado, o Cuba Libre, talvez "experimente" de novo...

Sem entrar em muitos detalhes, isso farei nos textos correspondentes ao de 2010 de fato (pelo menos pretendo), até por que não me lembro de tudo...


No segundo final de semana de dezembro, em um outro restaurante, diga-se de passagem, experimentei a “Abaíra”, uma cachaça muito forte. R$ 3,50 a dose, onde comprei.




Dose: -+50 ml(eu acho, com 43% Vol, isso eu tenho certeza, quer dizer é o que diz o rótulo o//), que descem, como disse Ujuara em o “Homem que Desafiou o Diabo”: “ desce rasgando!” Rsrs, queima mesmo, minha língua que o diga, o que me fez lembrar de alguém falando com uma outra pessoa de uma outra bebida, para não deixar tocar na língua, mas até que gostei da sensação depois... Como a Montilla, eu deixo um pouquinho na boca para saborear, vale a pena sim, no começo, algumas bebidas são difíceis, mas tudo, ou quase tudo nessa vida se acostuma.

A cachaça Abaíra, é produzida em uma pequena cidade, aqui mesmo na Bahia, no centro da Chapada Diamantina, nomeada como a cidade da cachaça. A cada dois anos acontece o festival da bebida, atraindo turistas de todo o Brasil.

Já aqui na casa de minha vó, almoço de natal, experimentei outra cachaça, a Seleta (46% Vol.), essa não é tão forte como a Abaíra, mas é mais gostosa, não queima tanto, mais doce, mais suave, com isso mais cara também . R$ 7,50 a dose (50ml).



R$17,00




Essa foi fundada em Minas, na cidade de Salinas, em 1970. Ela é armazenada em tonéis de Amburana e engarrafada em vidro com tampa de rosca. Custa -+17,50...por aí.

o/Na virada por insistência do meu tio que aparecia sempre com uma latinha de cerveja (skoll – 4,7%Vol.) a mais, bebi duas latinhas (350ml cada). Horrível, parece água com alguma coisa amarga, bom não é tão horrível assim, mas foi a primeira e a última vez, pelo menos a skoll. Assim encerrei o ano das bebidas etílicas.

R$ 2,00 Na festa fica mais cara, claro!


Dia 3
Essa parte do texto, já escrevo no dia 3, o dia 1 foi praticamente dormido, e escrevo para registrar mais feitos. Assistir do dia 1 a hoje, 5 filmes, embaixo citados...




esqueci o outro.
...e terminei a revista Istoé do mês de dezembro. (e o dia dois...)

Dia 4

Assistir “Che”, e comecei a ler a revista “Super Interessante” do mês de Dezembro. Putz, muito pouco tempo, tenho que ler até o final de fevereiro 6 livros, não sei se vou dar conta...leitura de notícias de sites específicos como o observatório de imprensa, WWF, MST, BBC, entre muitos outros, consiliando com malhação e cooper (que como diz o outro, pra ficar com o cú perfeito), e claro os outros aspectos de minha vida, como amor, meditação, negócios, etc,etc... Bom, vou fazendo o que gosto aos poucos... hoje vou tentar começar um dos livros, talvez com alguma coisa de Leonardo Boff, sempre tive vontade de ler alguma coisa dele. Por falar em andar, quer dizer foi mais uma corrida...enfim, além do exercício aproveito para meditar um pouco e contemplar a beleza da natureza do interior, as nuvens, o por do Sol, as plantações que se estendem até o horizonte...quer dizer, pelo menos no caminho por onde passo, não é bem um plantação, tem algumas pastagens, mas é mais plantas como licoreiro com plantas rasteiras que crescem depois de uma capinagem para uma plantação que não veio, mas um tapete verdinho, e aquele cheiro de mato, muito bom... por que não lembrei de levar pelo menos meu celular, para gravar ou tirar algumas fotos do céu...valeu a pena só por causa do céu de fim de tarde, hoje estava especialmente fantástico. Para o Sul instendendo-se até o leste e norte, nuvens escuras traziam tempestades, com brancas montanhas gigantescas por trás, brilhantes. A sudoeste, as nuvens ainda da grande tempestade, iam ficando mais claras em um maravilhoso contraste entre nuvens brancas e infinitas tonalidades de cinca, isso tudo em perspectivas diferentes, outras que pareciam se destacar da grande massa, desejando tocar no chão. Ao Oeste, o por do Sol, com luzes tão fortes que me cegavam, como a Cegueira de Saramago, mas amarela, e nuvens amarelas avermelhadas manchadas de branco e cinza, ao Norte nuvens negras avermelhadas, alias de onde o delicioso vento soprava, passando com uma mão macia em meu corpo. Em cima de mim, o céu mais azul que já vi, não aquele anil, azul mesmo, lindo, como o azul do planeta no final do filme “um dia depois de amanhã”, parecia que o céu estava se abrindo para mim. A Leste grandes paredões brancos, como montanhas de neve, aquelas perfeitas que podemos ver as nuances em perspectiva, curvas, profundidade...com grandes buracos nos mostrando um céu anil...






5º dia

Assistir dois filmes: Só que esqueci os nomes, depois coloco...

6ª dia

Comecei o livro “A Águia e a Galinha” de Leonardo Boff. E de quebra assistir o filme “Veia de Lutador”. Estou muito cansado, hoje foi pesado na academia, séries para braço e costas. Uma academia um tanto quando precária, os aparelhos parecem que vão nos comer assim que entrarmos, assustador, lembra até salas de torturas, mas quebra um galho.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

"Mentiras no Divã"


Como é complexa a mente humana! Às vezes se apresenta como uma maldição, mas acredito que no fundo, sempre seja uma dádiva. O mesmo do livro “Quando Nietzsche chorou” e “a cura de schopenhauer”, ambos ainda não lidos, Irvin D. Yalom escreve sobre o fascinante mundo da terapia, o mundo psicanalítico, o mundo da interpretação em, nada mais sugestivo e instigante, “Mentiras no Divã”, com tradução de Vera de Paula Assis, publicado pela editora Ediouro, em 2006. O Ser Humano tentando desvendar os segredos por trás das portas na mente do Ser Humano, ou pelo menos abri-las. Quem tem a resposta? Um terapeuta pode ser paciente às vezes, ele é humano. Tratamentos alternativos, Jogos de poder, combates intelectuais, sexo em detalhes (o sórdido se faz necessário, rsrs), dinheiro, mentira, verdade, paixão, adoro isso tudo. Amor? Hum, difícil dizer... O que é o amor? Tudo isso está neste livro. Não sou muito de colocar as personagens, por que eles só ganham vida ao decorrer da história, e todos neste livro, digo, todos os personagens tem um papel importante. Parto da premissa das emoções: você só existe se pelo menos outra pessoa o reconhece. Uma pessoa não existe sozinha, tampouco, sobre tudo neste livro, uma personagem não existe sem a outra.

Final do livro: O que acontece depois?!!! Eu apenas dei aquela risada de quem quer saber o final, saber o que acontece depois, mas aceita a condição de que não poderia ter terminado melhor. Isso é legal por que não da tudo pronto, faz com que imaginemos o nosso final, e mesmo assim nos deixa ansiosos, por pensar se o final do autor seria este que imaginamos. Se é que existe um final, rsrsrsrs, entendeu? Leia as 402 páginas do livro!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Mais uma vez café e livro...

Mais uma vez na Saraiva Iguatemi. Fui direto para a sessão de áudio, ouvi alguns CDs e depois escolhi um livro para passar à tarde. Não estava a fim de ler muita coisa, já que terei que ler três capítulos do livro de espanhol daqui a pouquinho. Estou fazendo o curso, e tenho que, amanhã, apresentar um seminário sobre Machu Picchu, fazer uma prova escrita, e antes disso assistir uma aula de reposição, tudo isso em uma hora!...?... O livro que escolhi foi o “Brasil das placas” do jornalista José Eduardo Camargo, o “Zé Edu”, e o cordelista L. Soares, publicado em 2007, pela Panda Books; são 140 páginas que me fizeram rir muito dentro da livraria.




“José Eduardo Camargo circulou por mais de 200 mil quilômetros Brasil a fora, durante sete anos, clicando placas. As 89 fotos mais divertidas e inusitadas (me 72 cidades de 17 Estados brasileiros) estão reunidas agora no Brasil das Placas publicado pela Panda Books. O cordelista L. Soares fez as legendas das fotos com muito humor. O resultado deste trabalho é o livro feito para quem enxerga no Banal o surpreendente.”
Orelha do livro, eu esqueci o nome do rapaz que escreveu...

Essas legendas feitas por L. Soares são pequenos cordéis sobre as placas. Todo o livro é organizado com uma foto ocupando quase duas páginas deixando um espaço para o cordel.
OBS: fico devendo os cordéis.






Depois do livro, Fui até o Café Feito a Grão, e experimentei a "campeão" da casa: Moka Coffee Shake, no valor de R$ 13,90. Muito booooom...Tinha um senhor me encarando por causa do tamanho da taça...

"Nossa bebida gelada campeã. Milk Shake cremoso de café e Nutella"

Feito a Grão



No off: Só fui até o shopping hoje, por que na verdade, meu irmão queria ir no Salvador Shopping, para consertar uma coisa, e não sabia ir...Daí me chamou. Como estava sem saco de sair de casa, eu fui com uma condição: Teria que me pagar à bebida mais cara do Feito a Grão. Além de consertar a tal coisa, ele precisava pagar uma conta, e queria comprar um boné branco para o réveillon (...?...). Acabou que ele não consertou, não pagou, e não achou o boné, rsrsrs, eu tomei meu café e de quebra li um livro!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Livros e Cafés

Uma das coisas que mais gosto são livros e cafés, normalmente para mim os dois caminham sempre juntos. São poucos os lugares aqui em salvador que sei, disponibilizando essas duas coisas juntas que sejam ambas boas, normalmente uma é melhor que a outra. Entretanto inaugurou ontem a livraria Saraiva no Iguatemi que vem junto com o Café Feito a Grão.



Realmente muito linda a livraria, mais bonita até que a Saraiva do Salvador Shopping. Um dia terei uma biblioteca em minha casa e quero que seja tão grande e bonita quanto.

Hoje experimentei o Affogatto, custa R$ 8,90. É, pois é muito caro... mas muito, muito bom.

"Espresso cremoso sobre sorvete de creme"

Feito a Grão


Bom, não é exatamente este, lá a taça era mais alta e tinha uns grãos de café torrado em cima do chantili que cobria quase todo o sorvete de creme, eu só não entendi qual é o da folha de hortelã...mas eu comi também...

Férias

Estava meio sem tempo de escrever, tanta coisa pra fazer na faculdade, da faculdade, pra faculdade...Semestre academicamente falando, difícil, mas ao mesmo tempo prazeroso por causa das conversas e risadas com amigos, coisas aprendidas, experiências vividas e sentidas.
Mas a vida, pelo menos a minha, não é só faculdade. Apaixonei-me todos os dias, amei intensamente uma única pessoa, a qual me completou e ao longo de três anos foi o meu porto seguro, minha casa, meu lar, minha vida e como gosto de falar minha tuda. Um texto a parte pela grandiosidade.


Primeiros dias de férias


Comecei bem, direto para Guarajuba, a 42 km de Salvador, uma das mais belas praias do litoral norte da Bahia. Três Dias intensos na piscina do village, onde fiquei, e nas piscinas das praias das quais me banhei, mergulhei e me cortei ao cambalear nas grandes áreas do recife. Andar em lugares irregulares, com seus esqueletos calcários lapidados pelas águas do mar, só podia dar nisso. Mas valeu apena pela imagem panorâmica afastado de todo o barulho da margem, um momento só meu e do grande oceano azul. Tinha um homem a uns 50 metros que estava lá primeiro contemplando mais eu o passei, fui quase à beiradinha do recife de coral, para que ele saísse do meu campo de visão. Abrir os braços e sentir o vento me tocar e as pequenas ondas de 15 cm que começavam a transpassar o coral por causa da maré crescente...



Continua...